sábado 9 maio 2026

10:30–12:30

Salão da União Setubalense

Conversas

Conversas Relâmpago 1

José Calhariz / Diogo Constantino / Iolanda Neto

O que é o Ubuntu Portugal e o Centro Linux?

Comunidade é chave para a adopção de tecnologia alternativa e respeitadora dos direitos humanos, facilita e faz do processo mais divertido e recompensador, por isso conhece a comunidade Ubuntu-pt e a sua iniciativa "Centro Linux".

Diogo Constantino

Líder da Comunidade Ubuntu Portugal, membro do Conselho de Comunidades Locais do Ubuntu, fundador do Centro Linux, e produtor do Podcast Ubuntu Portugal. Membro da Fundação e da comunidade UBports, que mantém e desenvolve o Ubuntu Touch.

Ubuntu Touch, a alternativa móvel aos monopólios do Google e Apple

Oficina para conhecer o Ubuntu Touch, a versão de Ubuntu para smartphones e tablets

Diogo Constantino

Líder da Comunidade Ubuntu Portugal, membro do Conselho de Comunidades Locais do Ubuntu, fundador do Centro Linux, e produtor do Podcast Ubuntu Portugal. Membro da Fundação e da comunidade UBports, que mantém e desenvolve o Ubuntu Touch.

A minha história com o Open Source

Eu gostaria fazer uma apresentação a contar a minha história pessoal com o Open Source nos inicios dos anos 90. Está interligada com a minha ida para a Universidade, o software GNU e Linux assim como a Internet como meio de comunicação e divulgação. Todos estes factores me conduziram a escolher Debian GNU/Linux.

Jose M Calhariz

funcionário publico não docente na Universidade onde estudei, Tecnico. Onde faço Sysadmin como actividade profissional em Sistemas Debian GNU/Linux. Nos tempos livres sou Debian Developer e faço um pouco de desenvolvimento de software livre.

A produção cultural como estaleiro da legitimidade climática

A presente incerteza sobre a financiabilidade da descarbonização obriga a rever os quadros pelos quais o investimento climático se orienta. O modelo dominante assume que a legitimidade de mercado se forma a jusante da tecnologia — e deixa de fora a questão de quem constrói, na prática, os contextos em que as alternativas ecológicas se tornam padrão. A resposta, defendemos, está na produção cultural: equipas de palco e logísticas, a par dos realizadores e directores artísticos cujo trabalho dá forma ao que esta infraestrutura serve. É neste locale — não em laboratórios — que se descobre a ponte entre a inovação tecnológica e a sua adopção pela indústria à escala. Aqui, o entusiasmo colectivo é o que fornece a viabilidade financeira duradoura da tecnologia ecológica, bem como os meios para a tornar adequada à sociedade que queremos construir — uma visão de tecnologia popular que vale a pena defender.

Iolanda Neto

Iolanda Neto estabeleceu a sua carreira na indústria cinematográfica americana enquanto executiva, que lhe trouxe a construir uma nova forma de criar filmes que o mundo quer ver, de uma forma que nos faz sentir melhor sobre o mundo em que vivemos.